Assisti no último domingo ao DVD “Agostinho”, uma produção italiana de 1972, dirigida por Roberto Rosselini.
O filme narra a vida e obra do grande filósofo e teólogo de origem africana, particularmente a partir de sua ordenação como bispo.
Aliás, a cena mais interessante do filme pra mim, é quando, reunidos como igreja, os líderes decidem indicá-lo para o cargo. Ao perceber que seria aclamado, Agostinho tenta sair do salão sem ser notado. É contido pelos que estão mais próximos e, ao ouvir seu nome, declara em alto e bom som que não merece ser indicado, afinal, foi um péssimo exemplo para sua piedosa mãe Mônica, e para a mulher com quem teve um filho, Deodato.
Membros da comunidade, um a um, rebateram os argumentos do nobre líder, fazendo-o lembrar que eles também possuíam uma lista interminável de atos e pensamentos que o s desabonavam inclusive de estar ali. E que Agostinho era quem os encorajara à caminhada, apesar deles mesmos e de seus muitos pecados.
Relutante, ele aceita o encargo de liderá-los.
E a história se encarrega de escrever seu nome entre os grandes homens que este mundo conheceu.
Recomendo o filme e as lições, aos nossos líderes religiosos, a você e a mim.
Assuntos: Cinema, Religião, Roberto Rosselini, Santo Agostinho




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