Em 1980, meu amigo Marinho e eu ouvimos juntos o Disco Novo Tempo de Ivan Lins. Nunca vou esquecer a expressão de assombro de ambos ao final da última faixa: estávamos diante de um disco magistral, que marcou nossa percepção do que fosse boa música.
Canções como a música título, Bilhete, Sertaneja, Setembro (ainda instrumental), e Arlequim (um de seus maiores sucessos internacionais).
Os arranjos do Peranzetta, as letras de Vitor Martins, era tudo muito bom. Bons tempos que servem pra reforçar ainda mais o velho ditado do Jobim: ’só há dois tipos de música, a boa e a ruim.’
Assuntos: Ivan Lins, música boa, música ruim




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