NOITE MÁGICA
No último domingo, 19 de fevereiro, lancei oficialmente o CD Definitivo no acampamento de carnaval do JV.
O público era, em sua maioria, de jovens, que não conheciam muito do meu trabalho. Afinal, lá se vão 30 anos desde a primeira vez em que pisei num estúdio, pelas mãos do Bomilcar, pra gravar violão em duas faixas do disco Salmos, de VPC.
Confesso que momentos antes da apresentação, apesar da “alta quilometragem” estava apreensivo. Como comunicar-me com uma plateia de certo modo “desconectada” do conteúdo do que havia sido preparado para aquela noite?
Pra minha sorte, além da boa mão divina que sempre me acompanha (a despeito de qualquer habilidade ou merecimento de minha parte), havia também um grupo de músicos pra me apoiar que, estou certo, fez toda a diferença: Mauricio Caruso (que produziu meus últimos trabalhos) no violão de aço e na guitarra, com o sentimento, o carisma e a competência de sempre; Daniel Maia, dono de uma energia e de um entusiasmo contagiantes no baixo, e as estreias de Beto Correa (ao piano e com uma sanfona que eu definiria como arrebatadora, transportando-nos com suas melodias e acordes ao fundo de um Brasil de sonhos) e de Márcio Teixeira, cuja habilidade na condução dos ritmos nos embalou a todos, se encarregaram de me “carregar” por duas horas de um repertório que foi desde as canções do Definitivo, até coisas mais recentes, como as parcerias com Gladir, e encerrando com Quem Quiser Compor, em parceria com o Fabricio Matheus.
Foi uma noite, para mim, inesquecível. A plateia se aquietou para apreciar o talento desses músicos maravilhosos.
E eu saí dali com a certeza de que, é possível sim, emocionar, inspirar, estimular todo um país com canções que cantem valores de um reino vindouro e que já se faz presente no ar e no coração, e com arte que alimenta a alma e embeleza a vida.
Evoé, meus amigos/irmãos músicos.
DA ALEGRIA DE COMPOR
Às vésperas de ter em mãos mais um disco, no caso do Definitivo, tão importante, hoje a minha reflexão é sobre a alegria de compor.
Foi algo que eu nunca pedi a Deus.
Simplesmente veio, como um presente do céu.
Eu nasci na periferia de São Paulo, de uma família pobre, sem histórico musical na família.
Tinha tudo pra não dar em nada.
Poder compor, por certo não é tudo na vida, porém, de certo modo é dar em muito.
Na adolescência, o violão chegou como um parceiro, uma companhia pra solidão. E foi ficando.
Logo que comecei a tocar pra valer, as canções foram brotando.
E desde então elas jorram sem cessar, toda vez que eu me abro, me concentro, me deixo levar por um sentimento, por uma ideia, por uma utopia.
E mesmo fazendo parte de um mundo frio, insensível, burocrático, o mundo real, o mundo das cobranças, no qual me sinto tão desconfortável, embora entenda que dele não posso me esquivar, a possibilidade de criar, de dar vida a uma canção é um alento, uma brisa benfazeja na alma, uma bênção.
Portanto, eu sei que sou abençoado. Hoje e sempre. A despeito de qualquer dor, desencontro, revés, dificuldade, tragédia.
É mais ou menos como a madre Teresa que, certa vez, entrevistada em rede nacional de TV, ouviu do apresentador, “madre, não faço o trabalho que a senhora faz por dinheiro algum neste mundo!” Ao que ela respondeu, “nem eu”.
30/01/2012
NOVOS VENTOS
Eu posso estar enganado, mas citando o Belchior “sinto vir vindo no vento o cheiro da nova estação”.
Tenho o privilégio de ter vivido, ainda bem jovem, o florescimento de novas canções, concentradas em alguns poucos polos, e que quando registradas em disco, se espalharam Brasil afora e serviram de inspiração e de alento a muitos.
Depois, alguns dizem que esta geração, que este movimento de compositores e de canções inspirados na Escritura, mas também conectados com a sua realidade e o seu tempo, perdeu o bonde da história (ou teríamos sido atropelados por ele?). Não importa. O tempo passou assim mesmo.
O fato é que hoje eu sinto algo novo no ar. Com a ajuda da internet e das redes sociais, muitos compositores têm escrito coisas juntos, em parcerias inusitadas, tanto em termos geográficos (é o caso do Gladir em Criciúma, escrevendo com o Thiago Azevedo em Belém, entre muitos outros), como em termos estéticos e estilísticos.
E posso dizer com toda segurança: nunca se produziu tanto em tão pouco tempo!
Definitivamente, é o início de um novo tempo. Tempo de esperança. Tempo de mobilização. Tempo de unirmos forças, não contra ninguém, nem nada, mas a favor e em prol de uma arte cristã mais engajada, menos alienada, mais participativa, menos acomodada. Tempo de canções cujo conteúdo expresse valores do Reino sim e em diálogo com a sociedade e com o mundo. Mesmo as canções de adoração.
E também de um novo tempo de maior convivência entre quem produz arte. Uma convivência não necessariamente institucional. As instituições andam dando sinal de esgotamento e não é de hoje.
Sei que quem trabalha com arte cristã neste país, ainda mais se for independente, “dança um dobrado”. Mas entendo que precisamos nos esforçar e sentar à mesa, partilhar nossas dores, sonhos, conquistas e inquietações. Precisamos nos encorajar mutuamente, divulgar mais o trabalho um do outro, nos esforçar por nos vermos, estarmos mais perto.
Iniciativas como o MPBSanto e mais recentemente o Ajuntamento (entre outros) têm esse objetivo.
A despeito de qualquer apatia e até mesmo desconfiança em relação a esses esforços, não podemos desanimar.
O que tem sido produzido em se tratando de composições nos últimos meses, daria pra mitigar anos e anos de sequidão. De nossa geração e das que estão chegando.
E precisamos olhar para frente, para a herança cultural e espiritual que queremos deixar para os nossos filhos.
“O vento sopra onde quer…”
===
19/01/2012
QUEM QUISER COMPOR
Quero escrever neste meu primeiro post de 2012 da alegria que tenho desfrutado por intermédio da arte de compor.
Comecei a escrever minhas primeiras canções ainda adolescente pelos corredores da IEQ, sede em São Paulo. Eram melodias tímidas a partir de textos bíblicos, em sua maioria Salmos, algumas delas vindo a compor meu primeiro disco-solo, Salmos, de 1987.
Foi também na década de 1980 que conheci o Guilherme Kerr, que se tornou grande parceiro, além de uma referência em se tratando de autoria (foram mais de 30).
À época escrevi canções também com Nelson Bomilcar, uma única (Quando Seu Amor Flui em Nós) com Sérgio Pimenta e outras tantas com Jorge Rehder. Houve também canções em parceria com Carlinhos Veiga, João Alexandre, Marquito Cavalcanti, Naum Esteves e Paulo César Brito.
Mais recentemente, tive o privilégio de compor com Abel Moura, Artur Mendes, Baixo e Voz, Felipe Silveira, Gerson Borges, Fernando Merlino, Tiago Vianna, Ana Spolon e Denis Campos.
Não posso deixar de destacar o Gladir Cabral, com quem tenho escrito com mais frequência ultimamente (também já passamos das 30).
Há também um novo parceiro, o Fabricio Matheus, com quem tenho (por ora) uma canção. O Fabrício tem escrito canções belíssimas, também com o Gladir e mais recentemente com o Mário Valladão.
Soube há pouco tempo que ele começou a compor pra valer a partir da Oficina “Faça Suas Canções” que eu e o Gladir ministramos em 2009, no Nossa Música Brasileira em São Paulo. Saber disso, pra mim, já fez valer meus 30 anos de estrada.
Que venham muitos outros Fabrícios, muitas outras parcerias e canções.
Pra alegria do Grande Artista, que a todos nos inspira.
===
12/12/2011
CAROL GUALBERTO
Eu me lembro da Carol menina, correndo de um lado para o outro pelas dependências do acampamento da MPC em São Sebastião das Águas Claras, nos arredores de BH, onde anualmente acontece o Som do Céu, evento de grande importância para a música cristã contemporânea brasileira.
O tempo passou rápido e hoje a Carol, com seu segundo disco – Lá Vem Ela -, recém-lançado, já é mãe da Marcela e dona de uma voz e de um estilo marcantes que, não tenho dúvida, vieram para ficar.
Há um longo caminho a se percorrer, até porque tudo é tão novo, mas me arrisco a dizer que a Carol é um bom exemplo do que a exposição, desde pequena, a boas referências musicais, é capaz de produzir em quem tem talento nato.
Estou certo que outros discos virão, outas interpretações marcantes, outras contribuições inestimáveis à arte que se perpetua.
E tenho tido o privilégio de fazer parte dessa trajetória, contribuindo com seu repertório e desfrutando de sua amizade, bem como com a de seu marido e parceiro musical, Juninho. Como diz a propaganda, “isso não tem preço”.
===
05/12/2011
GLADIR CABRAL
Gladir tem se constituído nos últimos anos uma referência nacional em termos de composição. Do alto de suas mais de 700 canções, vale ressaltar, além do seu talento como poeta e de leitor arguto do cotidiano, há a sua capacidade ímpar de emocionar com suas melodias, cuja inspiração ele sorve do melhor que a música brasileira tem produzido.
Vale destacar também seu trabalho generoso de repartir sua arte e seu dom com parceiros de canções espalhados Brasil (e mundo) afora (Gerson Borges, Fabrício Matheus, Mário Valladão, Tiago Vianna, Phil Keaggy e muitos outros)
Tenho tido o privilégio de ter a sua amizade, apesar da distância geográfica (eu em SP e ele em SC). No entanto, sinto-o próximo nos sonhos, na visão e no coração.
Gladir tem se mostrado um irmão verdadeiro, que quando necessário tocou o dedo em minha ferida, mas que ao invés de se calar ou se omitir diante dela, ofereceu-me o alento de mais canções, de mais parcerias.
Por isso e por tudo o que já disse, recomendo seu trabalho, sua obra, seu legado.
Estou certo que em contato com tudo isso, você será uma pessoa melhor, mais sensível, mais humana, mais de Deus.
===
26/11/2011
ARLINDO LIMA
Conheci o Arlindo ainda estudante de medicina (ele hoje é médico otorrino… – aquele nome enorme que todos nós nos atrapalhamos quando tentamos falar).
Às margens da represa de Tucuruí, no estado do Pará, ouvi estarrecido as composições do que viria a ser seu primeiro álbum, A Voz dos Profetas, cuja produção artística eu tive o privilégio de assinar, juntamente com o Nelson Bomilcar.
Além de violonista extraordinário, Arlindo é um compositor extremamente original, que escreve melodias e sequências harmônicas complexas, do mais alto nível.
Sua arte é exuberante e livre. Arlindo escreve e executa o que entende ser a sua mensagem sem qualquer outro compromisso senão com suas próprias convicções estéticas e sensibilidade.
Recentemente ouvi parte do seu novo musical, sobre lendas brasileiras. Acompanhado de uma orquestra, seria (ou será) algo antológico. Oxalá que seja!
No entanto, mais ainda que pelo artista, tenho pelo Arlindo e por sua família o maior respeito e admiração. Isso só faz crescer em mim o tamanho da sua arte e o valor da sua contribuição como artista.
Estamos juntos no amor a essa atividade humana tão fundamental para a nossa sobrevivência e sanidade. E no amor a Deus, que nos presenteou com dom, talento, percepção e emoção.
===
22/11/2011
MERLINO
Eu me lembro muito bem, como se fosse hoje. Ainda sob a dor da partida de minha mãe em 2006, o telefone de casa toca. Do outro lado da linha, uma voz doce com um sotaque carioca inconfundível se apresenta: “Oi Jorge, aqui é o Merlino. Você não me conhece, mas eu te conheço…”
Era o Fernando, um dos maiores músicos que eu já vi, assim, de perto. Ele já tocou com Deus e o mundo (literalmente). Desde Andy Summers, o legendário guitarrista da banda inglesa The Police, ao nosso compositor maior, Chico Buarque, passando por uma lista infindável de artistas de todo estilo e para todo gosto.
E lá estava Merlino ao telefone, dizendo que gostaria de me encontrar, que se emocionava com as minhas canções, que queria amizade…
Desde aquele telefonema tem sido assim, um processo de amizade em plena construção. E estar com o Merlino é se emocionar com suas histórias, com a magia (coisa de Merlin!) de sua arte, com a vida nova que ele dá a versos e canções, com a leveza de sua amizade e com o humor que lhe é peculiar.
Se você nunca provou, prove a arte do Merlino. Conheça e divulgue o seu trabalho. Parafraseando o Bernie Taupin, “como a vida é maravilhosa, amigo, enquanto você está no mundo!”
===
12/11/2011
MANHÃ DE SÁBADO
É manhã de sábado, acabei de preparar o café (é responsa minha, entre outras) e estou de malas prontas para mais um fim de semana de trabalho – cantando, tocando, partilhando histórias, ideias e ideais.
Apesar do cansaço (durante a semana fomos eu e os textos por traduzir, um de frente para o outro), a sensação é indescritivelmente boa. Na estrada, o carro percorre o asfalto e a minha alma voa.
É para isso (também) que eu existo: empunhar meu violão vazado, dedilhar em suas veias as canções que gerei e que me geram todos os dias e reparti-las com quiser ouvir.
Na mala, as roupas. Ao lado, as minhas meninas.
Como diria o Djavan em “Linha do Equador”, isso pra mim é viver…!
===
02/11/2011
NOVA ORQUESTRA
No último fim de semana estive em Aimorés (MG), cidade de 20.000 habitantes, e conheci a PIB de lá, comunidade cristã com aproximadamente 200 membros e com uma orquestra em gestação.
Um polo, dentre muitos, de fomento de arte, cultura e espiritualidade sadias.
Com outras 199, é possível criar-se um circuito maravilhoso.
Vamos criá-lo!
===
24/10/2011
A SEMANA DE ARTE
Depois de um fim de semana intenso, com os amigos em casa no sábado, passando pela visita à Betesda ZLeste no domingo pela manhã e terminando com um casamento à noite, a semana se inicia com muito trabalho e com a mente fervilhando: como viabilizar arte cristã, brasileira, em um país de quase 200.000.000 de habitantes??? É possível!
Eu acredito que há gente esperando para apreciá-la e se beneficiar dela, a partir de seus conteúdos para o intelecto e o coração.
Faltam os dutos, os condutores que façam o que é concebido e produzido chegar a essas pessoas.
Talvez falte mobilização e união de seus criadores para divulgação mútua.
O que quer que falte, é tempo de arregaçar as mangas e suprir as lacunas.
Mais adiante explico melhor.
Boa semana, repleta de arte da melhor qualidade a todos.
===
16/10/2011
MECENATO
Desde a origem da palavra, a partir do nome de Caio Mecenas ( 68 a. C. a 8 a. C.), passando pela idade Média e pela Renascença, o termo está relacionado ao incentivo e ao patrocínio de artistas e literatos. Trocando em miúdos, desde que a arte é arte, há o artista e há o mecenas. Sem um dos dois, o mundo fica mais pobre.
E, nos dias de hoje, com os trabalhos independentes ganhando espaço na rede, essa parceria se faz cada vez mais imprescindível.
Em minhas andanças pelo país, ouço muita gente reclamando da música que é feita e veiculada na mídia (tanto secular, quanto cristã). Muitos me encorajam, com palavras, dizendo para eu não desistir.
Eu tenho feito a minha parte: tenho cinco novos projetos, três deles prontos. Além dos CDs “Tudo que é Bonito de Viver”, que saiu em abril e “Definitivo”, que sai até novembro. E, como já dizia o Belchior, “eu sou apenas o cantor”.
Se você deseja investir em música boa, torne-se um parceiro e patrocinador.
Escreva para o endereço que tem no site, na seção “Contato”.
===
02/10/2011
A DISTORÇÃO GOSPEL
Dia desses um amigo passou o contato de uma igreja que há muito desejava me convidar para uma apresentação musical. Ainda segundo meu amigo, a demora no convite se devia ao fato de que a liderança imaginava que eu cobrasse muito caro, algo semelhante ao que algumas estrelas da música gospel cobram: milhares de reais, mais uma série de mordomias. No contato posterior com o líder interessado no convite, apressei-me em explicar que, como todo mundo que depende da sua arte e do seu trabalho para sobreviver, não poderia me apresentar por qualquer valor, estabeleci critérios que considero justos e viáveis. E que por uma questão de coerência com 30 anos de história, com valores que me são caros, não cobraria valores exorbitantes e extorsivos. A conversa fluiu leve. Ambos encontramos um caminho comum. Ele, aliviado por saber que eu não era um explorador da fé alheia, e eu feliz por poder fazer o que amo, sendo reconhecido de maneira justa pelos serviços prestados à comunidade e à causa da boa música.
Estou certo de que há muitos bons espaços de arte querendo ser ocupados e muita arte boa querendo ocupá-los. Muita gente de visão, que luta em prol da divulgação de arte de qualidade, e muita arte à espera de ser conhecida e valorizada.
Quero que este meu espaço seja canal de divulgação de ambos.
E aproveito o ensejo pra dizer que a minha agenda ainda tem espaço!
===
22/09/2011
Tempos atrás conheci o Diego Fernandes, músico e comunicador católico, que escreveu palavras carinhosas a meu respeito, que deixo registradas no endereço abaixo. É possível transpor-se os muros da intolerância religiosa.
Obrigado, Diego!
O texto que leio no vídeo que abre o post do Diego, de Thomas Merton, inspira a canção A escuridão me basta, que está no CD Somos Um.
http://diegofernandes.blogspot.com/2008/01/escurido-me-basta.html
===
05/09/2011
SAGRADO OU PROFANO?
No último sábado lancei meu disco, Tudo que é Bonito de Viver no Ao Vivo Music Bar em São Paulo. Já estou em estúdio gravando um novo projeto, o CD Jorge Camargo Definitivo, uma releitura de 30 anos de música.
O segundo com canções litúrgicas, de adoração. O primeiro, com canções de amor, que convidam a refletir sobre a vida, a felicidade, a criatividade. Dois projetos inconciliáveis? Absolutamente não!
Demorei pra entender que tudo é sagrado. Ainda bem que deu tempo.
===
29/08/2011
NMB
Este ano tivemos, eu e minha família, o privilégio de participar do NMB (Nossa Música Brasileira) no acampamento do JV em Arujá, como visitantes apenas. Sem o compromisso da apresentação, o tempo foi todo dedicado a rever gente querida, ouvir boa música, saborear comida de primeira.
Ficou a sensação de se estar no evento certo, com as pessoas certas (que lá estavam pra ouvir o que foi apresentado). Essa combinação é mágica, porque traz consigo o sentimento de completude. Tudo valeu, tudo rendeu e tudo marcou. A seu modo e a seu tempo.
Obrigado a todos do JV, Raquel, Jasiel, Anderson e Lisa, enfim, a lista é grande e eu por certo serei injusto de não mencionar todos.













