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	<title>Jorge Camargo &#187; Espiritualidade</title>
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	<description>Travessia - Uma viagem literário-musical de sensibilidade e espiritualidade.</description>
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			<title>Jorge Camargo</title>
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		<title>OS INSTANTES DA ESTANTE</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha primeira estante de partitura musical eu conheci na igreja quadrangular da Praça Olavo Bilac, ainda garoto.
Muitas outras vieram: a do professor de violão clássico, do Mozart Mello, meu mestre maior nas harmonias, da escola do Zimbo Trio, onde&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha primeira estante de partitura musical eu conheci na igreja quadrangular da Praça Olavo Bilac, ainda garoto.<br />
Muitas outras vieram: a do professor de violão clássico, do Mozart Mello, meu mestre maior nas harmonias, da escola do Zimbo Trio, onde tomei contato com o mundo do contrabaixo, do Claudio Bertrami, um de nossos melhores baixistas e de quem tive a honra de ser aluno, do Paulinho Vieira, grande violinista e meu orientador de solfejos&#8230;<br />
Outras tantas estiveram diante de mim em palcos e púlpitos diversos, Brasil e mundo afora.<br />
Há também a velha estante de casa, testemunha de canções sem conta que sobre ela repousaram para que a minha imaginação pudesse correr e voar, e que hoje reparte seu espaço também com os livros que traduzo e cujo conteúdo eu ajudo a espalhar como sementes; que leio e que me leem.<br />
Amparada sobre três pés, ela é, entre muitas coisas, símbolo do apoio e do amparo divinos e humanos que permitem que a vida encontre esteio, rumo e prumo, seja frutífera e fecunda e que possa deixar um legado de arte, espiritualidade e beleza pra quem vier depois.<br />
<img src="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2009/10/estantepartitura123234535.jpg" alt="estantepartitura123234535" title="estantepartitura123234535" class="alignright size-full wp-image-612" /></p>
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		<title>ACASO FANTÁSTICO</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 10:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ateísmo]]></category>
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		<description><![CDATA[Assisti pela TV à participação do cientista Richard Dawkins, autor entre outros do livro &#8216;Deus um Delírio&#8217; no festival literário de Parati.

Nunca estudei a fundo o evolucionismo na escola, nem jamais fui ateu.
Aprendi muito, portanto, com as reflexões&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti pela TV à participação do cientista Richard Dawkins, autor entre outros do livro &#8216;Deus um Delírio&#8217; no festival literário de Parati.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-569  aligncenter" title="richard-dawkins" src="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2009/08/richard-dawkins.jpg" alt="richard-dawkins" width="384" height="217" /></p>
<p>Nunca estudei a fundo o evolucionismo na escola, nem jamais fui ateu.<br />
Aprendi muito, portanto, com as reflexões desse controvertido evolucionista e promotor do ateísmo.<br />
Primeiro, com sua profunda sensibilidade em relação às artes e à literatura. Os cientistas normalmente são rotulados de insensíveis para com as questões humanas. No caso do Sr. Dawkins, não me parece ser o caso.<br />
O que mais me chamou a atenção, no entanto, foi sua visão da vida. Para ele, ela é uma só.<br />
Isso me fez lembrar um pensamento que tenho sobre a vida após a morte, e que não é necessariamente fruto de minha herança cristã.<br />
Se ao chegar ao outro lado, fosse informado de que há outras vidas, eu diria comigo mesmo, &#8216;bem, e eu que sempre pensei que ela fosse uma só&#8230;&#8217; Se cresse que elas fossem muitas, e ao chegar ao outro lado, fosse informado de que ela era uma só&#8230; penso que seria bem complicado.<br />
Melhor vivê-la intensamente.<br />
Mas voltando ao Dr. Dawkins.<br />
Compartilhamos desse sentimento de dignidade e de singularidade que envolve a vida que vivemos. Ele continua seu raciocínio dizendo que somos privilegiados por estar aqui. Na corrida dos espermatozóides, o nosso chegou primeiro&#8230;<br />
E ele conclui dizendo que somos fruto de um fantástico acaso.<br />
Achei muito interessante.<br />
O Dr. Dawkins definitivamente é um homem sensível, um crítico ferrenho da religião, com certeza, mas de algum modo sedento, ávido por transcendência e espiritualidade. Como eu me sinto. E como muitos através da história se sentiram e expressaram esse sentimento em suas obras artísticas e literárias.<br />
Afinal, haja sensibilidade pra chamar o acaso de &#8216;fantástico&#8217;!</p>
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		<title>Comentários sobre o Livro II</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
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		<description><![CDATA[Somos um &#8211; Oásis na aridez atual
Por Whaner Endo
    O encontro de letras com notas musicais geradas no coração e na mente de um dos maiores poetas cristãos contemporâneos já seria suficiente para dar a este livro a responsabilidade&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos um &#8211; Oásis na aridez atual</p>
<p>Por Whaner Endo</p>
<p>    O encontro de letras com notas musicais geradas no coração e na mente de um dos maiores poetas cristãos contemporâneos já seria suficiente para dar a este livro a responsabilidade de tornar-se um dos principais lançamentos do ano.<br />
    “Somos um” é o mais recente filho de Jorge Camargo. Um livro acompanhado por um CD – ou seria vice-versa? – que traz o encontro de fragmentos biográficos de personagens do Cristianismo com a trajetória de vida do próprio músico-poeta.<br />
Apresentados em ordem cronológica, de Irineu a Agostinho, passando pelo Pseudo-Dionísio, por Anselmo da Cantuária, indo até Francisco de Assis, Teresa de Ávila, João da Cruz, chegando a Thomas Merton. Uma viagem em mais de vinte um séculos de história, em companhia de Renato Russo, Djavan, Paulo de Tarso, Roberto Rosselini, Ghandi, Martin Luther King, Olavo Bilac, dentre outros.<br />
    Com muito sentimento e conhecimento, Camargo apresenta cada um dos personagens ao refletir sobre teologia, literatura e filosofia, perpassados por eventos de sua infância e juventude, como o seu primeiro contato com a música cristã ou o surgimento da sua paixão pela poesia. Saber quem foi Bindú, Cecília Marina e dna. Vivi, ou descobrir a influência que a avó Olga ou a tia Mariinha tiveram sobre Camargo só são possíveis pelo clima intimista dado pela leitura fácil e fluida, como um bate-papo em sua sala de estar.<br />
    A leitura do livro torna-se uma experiência completa com a audição simultânea do CD, muito bem produzido por Cezar Elbert, que contou com a participação de músicos consagrados como Fernando Merlino, Gerson Borges, Cláudio Rocha, Maurício Caruso, Tiago Viana, dentre outros.<br />
    Destaco a harmonia do capítulo sobre Irineu, com os caminhos entrelaçados entre o teólogo, Renato Russo, Djavan e o apóstolo Paulo e a poesia da música “Tudo Passa”, cantada e tocada pelas mãos de Fernando Merlino e Thiago Rosa (violino) e pela voz suave e ensolarada de Bianca Toledo.<br />
    A música “Fale de Amor”, feita sobre Francisco de Assis, é inspirada em uma frase a ele atribuída e que deveria ser o slogan da Igreja Cristã atual: “Prega o evangelho. Se for preciso, use palavras”.<br />
    É difícil não fazer um paralelo entre “Somos um” e o livro “Alma Sobrevivente – Como ser Cristão apesar da Igreja” de Philp Yancey. Vidas tocadas por personagens que um dia conheceram a verdadeira mensagem de Jesus.<br />
    Numa época de extrema aridez criativa na música e literatura, “Somos um” é um oásis para todos que buscam um Cristianismo que ainda tenha o poder de ser sal e luz na sociedade.</p>
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		<title>#019 &#8211; Canção do Novo Disco</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 13:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ouça a canção &#8220;A Escuridão Me Basta&#8221;, do novo CD (que também é livro) &#8220;Somos Um&#8221;.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouça a canção &#8220;A Escuridão Me Basta&#8221;, do novo CD (que também é livro) &#8220;Somos Um&#8221;.</p>
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		<title>Confissões</title>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma de minhas canções preferidas, escrita pelo grande poeta e amigo Gerson Borges.
(Please open the article to see the flash file or player.)
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma de minhas canções preferidas, escrita pelo grande poeta e amigo Gerson Borges.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/MzmDcrTgKas" width="400" height="300" class="embedflash"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MzmDcrTgKas" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><small>(Please open the article to see the flash file or player.)</small></object></p>
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		<title>A Música e Eu</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A música entrou em minha vida quando eu tinha treze anos. Tia Mariinha, carinhosamente chamada por todos na família de Inha, era a minha madrinha de batismo e me presenteou, em meu aniversário, com um violão vermelho Giannini de cordas de aço. Nos primeiros minutos de contato, não nos entendemos muito bem: quebrei duas de suas cordas tentando afiná-lo.</p>
<p>Durante meses ele ficou largado em cima do guarda-roupa, ocupando espaço e juntando pó. No ano seguinte, Cláudio, um vizinho e amigo de muitos anos, indicou-me uma professora de violão: a dona Vivi. Com ela aprendi os primeiros acordes e formei meu primeiro repertório. Hoje, quando revejo na mente como um filme seu violão sempre afinado e de som doce e refinado, ao mesmo tempo em que percebo suas muitas limitações, reconheço o quanto era capaz de passar adiante o pouco que sabia.</p>
<p><span id="more-293"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-298" title="violao-e-livro" src="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2008/05/violao-e-livro.jpg" alt="" /></p>
<p>Ainda espero encontrar dona Vivi para dizer “muito obrigado” por ter plantado em mim a boa semente do amor à música e por hoje poder dizer, citando Caetano Veloso, &#8220;como é bom poder tocar um instrumento&#8221;.</p>
<p>Lembro-me com detalhes da primeira aula e da primeira canção que levei para casa: &#8220;O Vira&#8221; do grupo sensação da época, Secos e Molhados.</p>
<p>Depois de meses de encontros semanais na sala da casa de dona Vivi, meu caderno estava repleto de canções com ritmos variados, todas padronizadas e escritas com a famosa caneta Bic: as letras em azul, as cifras e a indicação do ritmo em vermelho.</p>
<p>Cláudio e Walter, o &#8220;Pezão&#8221;, eram meus parceiros de futebol, embora nenhum dos três levasse muito jeito para a coisa. A falta de habilidade com a bola, no entanto, já não nos incomodava. Havíamos nos tornado parceiros na música. Ambos eram também alunos de dona Vivi.</p>
<p>Encontrávamo-nos regularmente para compartilhar nossas canções e as dificuldades no aprendizado de novos acordes, particularmente com a &#8220;pestana&#8221; (posição que exige o uso do dedo indicador inteiro estendido sobre a casa do violão servindo de apoio aos outros dedos na formação do acorde, e que é o terror de todos os iniciantes no instrumento).</p>
<p>Pouco tempo depois, conhecemos a Valéria, nossa colega de escola; uma garota comunicativa e simpática que também tocava e nos convidou para juntos &#8220;trocarmos figurinhas&#8221; musicais em sua casa. Aquele primeiro encontro determinou o rumo dos próximos vinte e oito anos de minha vida.</p>
<p>Do primeiro encontro, em que ouvi pela primeira vez um disco do grupo Vencedores Por Cristo, marcamos de nos ver novamente, dessa vez na igreja evangélica que Valéria freqüentava: um templo espaçoso em um bairro antigo e tradicional da cidade e que em suas atividades reservava uma sala para adolescentes aos domingos à tarde.</p>
<p>O som das guitarras era envolvente e o senso de comunidade que o ambiente suscitava era acolhedor. Dezenas de meninos e meninas reunidos em um espaço apertado, cantando a plenos pulmões, mãos unidas na canção final, sorrisos e abraços de boas vindas, essas coisas todas me marcaram profundamente. E me fizeram querer ser parte de tudo aquilo.</p>
<p>Poucas semanas depois eu já empunhava uma das guitarras no encontro semanal dos adolescentes. Em alguns meses, apresentava minhas primeiras composições nos cultos dominicais noturnos, para centenas de pessoas.</p>
<p>Minha vocação se manifestara de forma clara e límpida.</p>
<p>(trecho do livro-cd Somos Um) <a href="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2008/05/violao-e-livro1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-295" title="violao-e-livro1" src="http://www.jorgecamargo.com.br/adminsite/wp-content/uploads/2008/05/violao-e-livro1.jpg" alt="" /></a></p>
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		<title>Bindú</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Oct 2006 12:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[À mesa almoçávamos eu, Parag, jovem doutorando paquistanês e Bindú, professora, também jovem e brilhante doutoranda, residente no interior da Índia.
O local do nosso almoço multinacional era a universidade de Uppsala, Suécia, sede de um congresso do qual nós&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À mesa almoçávamos eu, Parag, jovem doutorando paquistanês e Bindú, professora, também jovem e brilhante doutoranda, residente no interior da Índia.</p>
<p>O local do nosso almoço multinacional era a universidade de Uppsala, Suécia, sede de um congresso do qual nós e uma centena de delegados participávamos.</p>
<p>Após quase uma hora de conversa leve e agradável, Bindú conduz o conteúdo dos diálogos a águas mais profundas.</p>
<p>- Não creio nos milhares de deuses de meu país, embora eu mesma me sinta radicalmente hindú. Na verdade, não creio em nenhuma instituição religiosa. Mas creio, sim, em um grande mistério que a todos nos envolve e me rendo humildemente à grandeza e à riqueza desse mistério&#8230;</p>
<p>Depois de uma pausa de poucos segundos, volto a ouvir o ruído suave dos talheres tocando os pratos depois de ter  abastecido bocas abertas, um pouco mais abertas do que de costume, no ritual quase mecânico de recepção do alimento.</p>
<p>Mais abertas, talvez, como a alma nobre de Bindú.</p>
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		<title>Monologion</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/monologion/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jul 2005 10:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Anselmo]]></category>
		<category><![CDATA[Somos Um]]></category>

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		<description><![CDATA[(Inspirado em texto de Santo Anselmo da Cantuária)
<strong>Monologion</strong>
Bem absoluto,
Em cuja bondade
Os bens relativos
Todos tomam parte
Inefável&#8230;
Insondável&#8230;
Em quem creio
Auto-sustentável
Ser a quem os seres
Contingentes todos
Lhe devem o serem
Simplesmente
Tão somente
Um&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Inspirado em texto de Santo Anselmo da Cantuária)</p>
<blockquote><p><strong>Monologion</strong></p>
<p>Bem absoluto,<br />
Em cuja bondade<br />
Os bens relativos<br />
Todos tomam parte</p>
<p>Inefável&#8230;<br />
Insondável&#8230;<br />
Em quem creio</p>
<p>Auto-sustentável<br />
Ser a quem os seres<br />
Contingentes todos<br />
Lhe devem o serem</p>
<p>Simplesmente<br />
Tão somente<br />
Um consigo</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunhão</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/comunhao/</link>
		<comments>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/comunhao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2005 12:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não acredito em Deus porque nunca o vi.
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
Sem dúvida que viria falar comigo
E entraria pela minha porta dentro
Dizendo-me, aqui estou!
(&#8230;)
Mas se Deus é as flores e as árvores&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Não acredito em Deus porque nunca o vi.<br />
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,<br />
Sem dúvida que viria falar comigo<br />
E entraria pela minha porta dentro<br />
Dizendo-me, aqui estou!</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Mas se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e o sol e o luar,<br />
Então acredito nele,<br />
Então acredito nele a toda hora,<br />
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,<br />
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.<br />
Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;<br />
Porque, se ele se fez, para eu o ver,<br />
Sol e luar e flores e árvores e montes,<br />
Se ele me aparece como sendo árvores e montes<br />
E luar e sol e flores,<br />
É que ele quer que eu o conheça<br />
Como árvores e montes e flores e luar e sol.<br />
E por isso eu obedeço-lhe,<br />
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si-próprio?),<br />
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,<br />
Como quem abre os olhos e vê,<br />
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,<br />
E amo-o sem pensar nele,<br />
E penso-o vendo e ouvindo,<br />
E ando com ele a toda hora.&#8221;</p>
<p>(Trecho de &#8220;O guardador de rebanhos&#8221; &#8211; Fernando Pessoa)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Mistério</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/misterio/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2005 12:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Dionísio]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Somos Um]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste blog já postei os textos-canções &#8220;Descanso&#8221; e &#8220;O Amor é Mais&#8220;. Eles são partes de um trabalho que estou compondo sobre Patrística. Foram inspirados em Santo Agostinho e Santo Irineu respectivamente.
A canção abaixo é o mais novo membro&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste blog já postei os textos-canções &#8220;<a href="http://www.jorgecamargo.com.br/blog/descanso/">Descanso</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://www.jorgecamargo.com.br/blog/o-amor-e-mais/">O Amor é Mais</a>&#8220;. Eles são partes de um trabalho que estou compondo sobre Patrística. Foram inspirados em Santo Agostinho e Santo Irineu respectivamente.<br />
A canção abaixo é o mais novo membro da &#8220;turma&#8221;, inspirada em Dionísio o pseudo-Aeropagita (500 ?)</p>
<blockquote><p><strong>Mistério</strong></p>
<p>Quem tem todos os nomes<br />
E ao mesmo tempo nome algum<br />
Que em tudo põe limites<br />
E cujo limite é nenhum</p>
<p>Quem vai além da oposição<br />
Entre o que tem e não tem fim<br />
Que sai em direção a tudo<br />
E permanece em seu jardim</p>
<p>Tentar saber seu nome<br />
É navegar na imensidão<br />
Do mar que está dentro de si<br />
É mergulhar no coração</p>
<p>E ao mesmo tempo se deixar<br />
Sair além do próprio eu<br />
Render-se por inteiro àquele<br />
Que a alma insiste em chamar Deus</p>
<p>Acima de todo o saber<br />
De todo o crer toda a razão<br />
Além de toda a compreensão</p>
<p>De todo o esforço sério<br />
De toda a investigação:<br />
Eis que habita em nós&#8230;<br />
Eis que habita em nós&#8230;<br />
Mistério!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>True Love</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/true-love/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2005 19:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[God you know how much I love you
With the best that is within me
The most sacred of my feelings
And as far as I can see
Know the troubles of my poor age
Know the traps in my&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>God you know how much I love you<br />
With the best that is within me<br />
The most sacred of my feelings<br />
And as far as I can see</p>
<p>Know the troubles of my poor age<br />
Know the traps in my words, my deeds<br />
Of my heart that is so thirsty<br />
Just to taste and understand</p>
<p>Your most precious, pure and true love<br />
With which I want love forever<br />
And at last &#8211; not least &#8211; know all things<br />
Know how much I long to have</p>
<p>Your most precious, pure and true love<br />
With which I want love forever<br />
And at last &#8211; not least &#8211; know all things<br />
Know how much I long to be</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Amor Verdadeiro</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/amor-verdadeiro/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2005 11:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Orações]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando em coisas do coração, esta canção-oração veio lá do fundo&#8230;
<strong>Amor Verdadeiro</strong>
Você sabe o quanto eu amo
Do mais fundo do meu peito
Com o que há de mais sagrado
Até onde eu posso ver
Sabe as lutas do&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falando em coisas do coração, esta canção-oração veio lá do fundo&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>Amor Verdadeiro</strong></p>
<p>Você sabe o quanto eu amo<br />
Do mais fundo do meu peito<br />
Com o que há de mais sagrado<br />
Até onde eu posso ver</p>
<p>Sabe as lutas do meu tempo<br />
Das ciladas do destino<br />
Do meu coração sedento<br />
Por saber, por conhecer</p>
<p>Do amor mais verdadeiro<br />
Com que quero amar pra sempre<br />
Sabe enfim todas as coisas<br />
Sabe o quanto eu quero ter</p>
<p>Do amor mais verdadeiro<br />
Com que quero amar pra sempre<br />
Sabe enfim todas as coisas<br />
Sabe o quanto eu quero ser</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Descanso</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/descanso/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2005 08:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Confissões]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Bomilcar]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Agostinho]]></category>
		<category><![CDATA[Somos Um]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi muito bom estar com o Nelson, rever alguns amigos, relembrar algumas canções.
No fim, acabei cantando a outra canção que estava na manga, Descanso, inspirada nas confissões de santo Agostinho:
<strong>Descanço</strong>
Tu és grande ó Senhor
E digno de ser&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi muito bom estar com o Nelson, rever alguns amigos, relembrar algumas canções.<br />
No fim, acabei cantando a outra canção que estava na manga, Descanso, inspirada nas confissões de santo Agostinho:</p>
<blockquote><p><strong>Descanço</strong></p>
<p>Tu és grande ó Senhor<br />
E digno de ser louvado<br />
Grande ó teu poder<br />
E todo o teu saber<br />
Não tem limites</p>
<p>Feito à imagem de ti<br />
Criado para louvar-te<br />
O homem ser mortal<br />
E que é refém do mal<br />
Deseja amar-te</p>
<p>Tu não nos forjaste por acaso<br />
Tu nos criaste para ti mesmo&#8230;</p>
<p>E o nosso coração já não canta<br />
O nosso coração não se encanta<br />
O nosso coração não encontra descanso<br />
Até que descanse em ti</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>O Amor é Mais</title>
		<link>http://www.jorgecamargo.com.br/blog/o-amor-e-mais/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2005 20:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog do Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Canções]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Bomilcar]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Somos Um]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, depois de muito tempo, estou saindo pra ouvir o Bomilcar cantar suas canções e de outros. Ele me pediu pra cantar também. Escolhi duas canções inéditas, que escrevi há poucos meses. Uma delas, &#8220;O Amor é mais&#8221;, é inspirada&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, depois de muito tempo, estou saindo pra ouvir o Bomilcar cantar suas canções e de outros. Ele me pediu pra cantar também. Escolhi duas canções inéditas, que escrevi há poucos meses. Uma delas, &#8220;O Amor é mais&#8221;, é inspirada em Irineu (130-200 d.C.), que escreveu: &#8220;o amor, mais que o conhecimento, é necessário para conduzir a alma do homem à sua perfeição&#8221;:</p>
<blockquote><p><strong>O Amor é Mais</strong></p>
<p>É preciso mais que conhecer<br />
Conhecer me ajuda a ser melhor<br />
Mas não é capaz de transformar<br />
Meu incorrigível coração</p>
<p>Minha alma quer sobrevoar<br />
Seus montes e vales, rios e mar<br />
O seu mais fundo interior<br />
Rumo à sua própria perfeição</p>
<p>Conhecimento é precioso<br />
Tem seu espaço, sua força, seu valor<br />
Contudo está longe de ser tudo<br />
Pois sobre tudo reina o amor</p>
<p>O amor é mais precioso<br />
O amor tem mais espaço<br />
O amor é mais que força,<br />
O amor tem mais valor!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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